Thursday, 11 February 2016

Largo de S. Domingos, Casa de Candeeiros José D'Oliveira & Barros

Sobre o sítio de S. Domingos refere Norberto de Araújo o seguinte: 
« S. Domingos - Dilecto- é uma crónica viva de Lisboa, com as suas imediações da Praça da Figueira, com o seu trânsito obrigatório, pela Rua Barros Queiroz e Calçada do Garcia, formigueiros de gente, que desce dos Anjos, dos bairros novos, ou de Sant'Ana velha. (...)

Casa de Candeeiros José D'Oliveira & Barros [c. 1910]
Rua Barros Queirós; Largo de S. Domingos; Igreja de São Domingos
Alberto Carlos Lima, in AML
 
Junto do templo dominicano, assentava, crê-se que já antes de se erguer o Convento, a pequenina ermida de N. Senhora da Purificação, ou da Escada, de grande nomeada na Lisboa velha; o seu lugar era onde está a Casa de Candeeiros, que foi de Tomé de Barros Queiroz, bom cidadão de Lisboa, e que em 1890 a tomou a Manuel Joaquim de Oliveira, fundador dela em 1870.»
(ARAÚJO, Norberto de, «Peregrinações em Lisboa»,  vol. XII, p. 80)

Casa de Candeeiros José D'Oliveira & Barros [c. 1910]
Largo de S. Domingos; Igreja de São Domingos
Alberto Carlos Lima, in AML
 
O topónimo devia ser mais conhecido como sítio de São Domingos já que nas plantas feitas após a remodelação paroquial de 1770, é referida uma «rua de trás de S. Domingos» na freguesia de Stª Justa e Rufina.

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