Estrella (rua dos Ferreiros da) segunda á direita na calçada da Estrella, indo da rua de S. Bento e finda na travessa de Sante Amaro [hoje Rua], freguezia de Santa Izabel 2 a 94 e 1 a 73. Antes (Folque:1856) era a ravessa de Santa Escolastica. [Velloso: 1869]
O topónimo Rua da Imprensa à Estrela foi atribuído pela C.M.L. através de Edital de 12/02/1883. Situada entre a Calçada da Estrela e a Travessa de Santo Amaro — conforme parecer da C.T. em 19/05/1950 — foi acrescentada a Palavra "à Estrela".
Este é mais um dos arruamentos de Lisboa que segue a antiga tradição toponímica de ser identificado a partir de actividades nele exercidas, serviços, ou equipamentos nele situados.
N.B. A Rua de Rua Santo Amaro foi dada por Edital de 31/12/1885 à Travessa de Santo Amaro, que aliás tinha aumentado de tamanho já que por edital do Governo Civil de Lisboa de 01/09/1859, a Travessa de Santa Iria e a parte da Rua de São Bernardo no seguimento daquela Travessa e da Travessa de Santo Amaro, foram incorporadas nesta última via pública. [1943-1974 - Actas da Comissão Municipal de Toponímia de Lisboa]
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Rua da Imprensa à Estrela |1940-10| Ao fundo corre a Rua de Santo Amaro e as Ruas de São Plácido e dos Ferreiros à Estrela (esq.). Eduardo Portugal, in Lisboa de Antigamente |
Nesta rua encontramos o Jardim Maria Elisa Baptista de Sousa Pedroso — vulgarmente conhecido por «Jardim Salazar» ou «da Imprensa» — sito nas traseiras da Assembleia da República e paredes meias com os jardins do Palacete de São Bento — , ocupa ss terrenos da antiga cerca conventual do Mosteiro de São Bento da Saúde. Concebido por volta de 1930, oferece um ambiente de Calma e contemplação bem no coração da cidade. Dedicado à pianista e musicóloga portuguesa de renome internacional Maria Elisa Baptista de Sousa Pedroso, homenageia a sua notável contribuição para a divulgação da música portuguesa na Europa, mérito que lhe valeu esta distinção.
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Rua da Imprensa à Estrela (S→N) |1967| Palacete de São Bento (dir.) Ao fundo nota-se a polémica escultura de Leopoldo de Almeida intitulada "As Mulheres Portuguesas Gratas a Salazar", que, entre 1955 e 1974, o jardim acolheu. A obra, que expressava gratidão pela neutralidade de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, foi retirada em 1974, logo após a Revolução dos Cravos. Artur I. Bastos, in Lisboa de Antigamente |





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