O Jardim Gomes de Amorim acompanha toda a lateral de um quarteirão da Avenida em frente à Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Cerca de quinze dias após o falecimento de António José de Almeida (1866-1929) decidiu a edilidade, pelo edital de 12/11/1929 que a a Avenida 12 do Novo Bairro no seguimento da Avenida Almirante Reis (hoje, Avenida Guerra Junqueiro) se denominasse Avenida Dr. António José de Almeida. Mas em 1933, pelo edital de 18 de Julho passou a Avenida António José de Almeida a ser no prolongamento da Avenida Miguel Bombarda, entre a Avenida dos Defensores de Chaves e a Avenida de Manuel da Maia, onde ainda hoje a encontramos, sendo ao mesmo tempo Guerra Junqueiro colocado no arruamento que antes levava o nome do antigo Presidente da República. Acresce que conforme um parecer da Comissão de Toponímia na sua reunião de 13/04/1951, homologado pelo Vice-presidente da edilidade, foi acrescentada a partícula «de», sendo desde então Avenida de António José de Almeida. [1943-1974 - Actas da Comissão Municipal de Toponímia de Lisboa]
N.B. Francisco Gomes de Amorim nasceu em Avelomar a 13 de Agosto de 1827 e faleceu em Lisboa a 4 de Novembro de 1891. Escreveu muitas peças entre outras «Odio de Raças», «Ghigi», «0 Cedro Vermelho», etc. Publicou dois volumes de versos, «Cantos Matutinos» e «Ephemerus». Autor das «Memorias Biographicas de Garrett». Deixou vários romances e muitos outros escritos, em prosa e em verso, inéditos uns, outros já publicados.
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| Avenida de António José de Almeida: Jardim Gomes de Amorim |195-| Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente |





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