Topónimo atribuído pela CML em 1884 ao arruamento que liga a Rua Jacinta Marto a Rua Pascoal de Melo.
Em homenagem ao «mais eloquente e mais inspirado orador que a época parlamentar tem porventura produzido em Portugal», foi-lhe erguida uma estátua, em 15 de Maio de 1878, no então designado das Cortes actual Praça de São Bento. O monumento da autoria do escultor Vítor Bastos foi inaugurado em 1878 no terreiro defronte da fachada principal do Palácio das Cortes, com José Estevão discursando de pé junto à cadeira de Deputado e virado para o edifício.
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Rua José Estêvão, 83 |c. 1970| Jornalista, político e orador parlamentar foi uma das figuras mais marcantes do liberalismo português no século XIX. Estúdio Horácio Novais, in Lisboa de Antigamente |
N.B. José Estêvão Coelho de Magalhães (1809-1862) cursou Direito na Universidade de Coimbra. Com apenas 19 anos participou nas lutas liberais contra o absolutismo.
Professou os ideais da Revolução de Setembro de 1836 e, no ano seguinte, foi Deputado às Cortes Constituintes, aí fazendo a sua estreia como brilhante orador parlamentar.
Durante o Governo de Costa Cabral, de quem se tornou adversário depois da restauração da Carta em 1842, abandonou as Cortes e fundou o jornal Revolução de Setembro.
Regressa às lides parlamentares com a Regeneração como apoiante de Fontes Pereira de Melo. [parlamento.pt]
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Rua José Estêvão, esquina com a então Rua Joaquim Bonifácio |1965-04| Em 1981, o troço entre a Ruas Passos Manuel e Joaquim Bonifácio passou a debominar-se R. Jacinta Marto - Vidente de Fátima 1810 - 1920. Impressivo prédio de rendimento demolido na década de 1960. Arnaldo Madureira, in Lisboa de Antigamente |










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