De acordo com Norberto de Araújo, nas suas Peregrinações em Lisboa « A Penitenciária de Lisboa, um dos casarões mais tristes da cidade, e que bem demolida seria sem protestos de ninguém — tem sessenta e cinco anos de existência. (o autor escreve em 1939)
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| Construção da Cadeia Penitenciária de Lisboa |ant. 1885| Rua Marquês de Fronteira Redondo, o coração da estrutura Penitenciária radial Francesco Rocchini, in Lisboa de Antigamente |
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| Construção da Cadeia Penitenciária de Lisboa |ant. 1885| Rua Marquês de Fronteira Francesco Rocchini, in Lisboa de Antigamente |
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| Construção da Cadeia Penitenciária de Lisbo| [ant. 1885| Rua Marquês de Fronteira Francesco Rocchini, in Lisboa de Antigamente |
A lei da pena de morte foi abolida em 1 de Julho de 1867 por Joaquim António de Aguiar. Em 24 de Abril de 1873 o Governo mandava construir uma Penitenciária, mas antes já havia sido escolhido o terreno das «Terras do Seabra», a-par de «Entremuros» [hoje Rua Artilharia 1], existindo mesmo já um projecto, anterior à abolição da pena de morte, da autoria de Joaquim Júlio Pereira Caldas, continuado pelo engenheiro Le-Coq, do tipo francês.
Em 1874 o engenheiro Ricardo Júlio Ferraz foi à Inglaterra e à Bélgica estudar as prisões do modêlo penitenciário, e acabou, assim, por prevalecer para a iniciativa portuguesa o sistema inglês de Birmingham; as obras principiaram naquêle ano, e só se concluíram em 1885. Os primeiros reclusos deram entrada em 2 de Setembro daquêle ano.
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| Cadeia Penitenciária de Lisboa |190-| Rua Marquês de Fronteira Corpo central da fachada Paulo Guedes, in Lisboa de Antigamente |
O edifício lúgubre tem a forma de uma estrela, ao centro da qual, em rotunda existia até 1910 a Capela. Possui 474 celas, 22 de enfermaria e 12 de castigo. Com a proclamação da República o regime penitenciário pendeu muito do seu rigor; converteu-se a Penitenciária num estabelecimento de expiação e de trabalho, sendo abolidos os capuzes.»
(ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, vol. XI, pp. 91-92, 1939)
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| Cadeia Penitenciária de Lisboa |1913| Rua Marquês de Fronteira Corpo central da fachada projectado pelo eng. Luís António de Carvalho. Joshua Benoliel, in Lisboa de Antigamente |






















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