A apresentar mensagens correspondentes à consulta Largo de Dona Estefânia ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta Largo de Dona Estefânia ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de outubro de 2018

Largo de Dona Estefânia: a Fonte de Neptuno

Esta Rua de D. Estefânia — diz Norberto de Araújo — , que quando era uma azinhaga foi chamada do «Pintor» — a grande Avenida do sítio, embora menos movimentada que outras vizinhas — é simétrica, fria, alinhada, muito «fim do século». Vai de Gomes Freire a Duque de Ávila.¹


Largo de Dona Estefânia [1951]
Fonte de Neptuno
Firmino Marques da Costa, in Lisboa de Antigamente

A Fonte de Neptuno do Largo de D. Estefânia apresenta como motivo principal uma escultura do séc. XVIII (1771), em mármore de Carrara, da autoria de Machado de Castro, que representa o deus dos mares segurando o tridente, de pé sobre uma concha assente em 2 golfinhos.
A estátua, que ornamentou, em tempos, o Chafariz do Loreto (ao Chiado), após a sua demolição, esteve colocada na Mãe de Água, no Museu do Carmo, no Depósito de Águas dos Barbadinhos e na Praça do Chile, tendo sido transferida para a sua actual localização, no Largo de Dona Estefânia, em 1951. 

Largo de Dona Estefânia [1951]
Fonte de Neptuno
Obras para a colocação do lago e estátua de Neptuno
Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente
Largo de Dona Estefânia [1951]
Fonte de Neptuno
Obras para a colocação do lago e estátua de Neptuno
Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente
Largo de Dona Estefânia [1951]
Fonte de Neptuno
Obras para a colocação do lago e estátua de Neptuno
Armando Serôdio, in Lisboa de Antigamente

No sentido de criar um enquadramento para a escultura do deus Neptuno, esta foi colocada no centro de uma fonte de recorte circular, sobre a sua taça superior, que surge sobreposta a um espelho de água do seu tanque inferior, de onde emerge uma composição circular de repuxos parabólicos, iluminados por projectores submersos, os quais irradiam para a base da estátua, extravasando a água da taça para o tanque inferior. Neste último, pontuais jogos-de-água pulverizada completam a composição.²

Largo de Dona Estefânia [c. 1960]
Fonte de Neptuno
Firmino Marques da Costa,in Lisboa de Antigamente

Bibliografia
¹ ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, vol. IV, p. 59, 1938.
² cm-lisboa.pt.

domingo, 12 de agosto de 2018

Hospital de D. Estefânia

Foi este hospital «sonhado» pela simpática Rainha, mulher de D. Pedro V, em 1858. O Rei mandou pedir para Inglaterra, ao Príncipe Alberto, marido da Rainha Vitória, o projecto de «um hospital moderno», para crianças, qual era o desejo da jovem rainha.

Mas D. Estefânia morreu em 1859 e o Rei pouco lhe sobreviveu. Só em 1877, no 18.º aniversário da infeliz senhora, 17 de Julho, o novo Hospital foi inaugurado pelo Rei D. Luiz e pela Rainha D. Maria Pia.


O Hospital Dona Estefânia, iniciado em 1860 e concluído em 1877, foi mandado construir pela rainha D. Estefânia, mulher de D. Pedro V.
Numa visita ao Hospital São José, impressionada com a promiscuidade com que na mesma enfermaria eram tratadas crianças e adultos, a rainha ofereceu o seu dote de casamento para que aí fosse criada uma enfermaria para aquelas, e manifestou o desejo de construir um hospital para crianças pobres e enfermas.

Hospital Dona Estefânia [Início do séc. XX]
Rua Jacinta Marto
Antiga Rua Joaquim Bonifácio, (troço compreendido entre a Rua de Dona Estefânia e o Largo de Santa Bárbara). O topónimo homenageia uma das pastorinhas de Fátima — Jacinta Marto (1910-1920), nas proximidades do local onde faleceu: Hospital de D. Estefânia
Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente

Inicialmente chamou-se Hospital da Bemposta — por ter sido erguido em terrenos da «Quinta Velha» da Bemposta  — , mas em homenagem à rainha, que entretanto falecera, passou a designar-se de Hospital D. Estefânia.
A sua construção foi primorosamente planeada. Relacionado com as mais ilustres casas reais da Europa, D. Pedro V solicitou pareceres sobre projectos e plantas hospitalares, elaboradas por técnicos competentes e autorizados sobre o assunto e remetidas dos mais variados locais, nomeadamente Londres, Berlim e Paris.

Hospital Dona Estefânia [c. 1930]
Rua Jacinta Marto
Abre o recinto, guarnecido de gradeamento, por um jardim agradável, e ao fundo se levanta o corpo principal do edifício, com seu pórtico saliente e elegante, sobre o qual se rasga uma varanda decorativa; o centro da fachada sobrepuja-se das armas reais de D. Pedro V e de D. Estefânia. [Araújo: 1938]
Ferreira da Cunha, in Lisboa de Antigamente

Em 1969 passou a ter valência Materno Infantil com a construção de um edifício provisório para onde foi transferida de S. José, a Maternidade Magalhães Coutinho inaugurada em 1931.

Hospital Dona Estefânia [194-]
Rua Jacinta Marto
Segue-me por este pátio interior, com seu claustro de arcadas frias mas elegantes, com seu jardim, e, no centro, com a sua fonte decorativa. Ao fundo está a antiga capela. [Araújo: 1938]
Manuel Tavares, in Lisboa de Antigamente
 
N.B. Por edital de 03/04/1981, o troço da Rua Joaquim Bonifácio compreendido entre a Rua de Dona Estefânia e o Largo de Stª Bárbara passou a denominar-se Rua Jacinta Marto. 
______________________________________________________
Bibliografia
ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, vol. IV, 1938.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Avenida Casal Ribeiro

A Avenida Casal Ribeiro integra o plano de expansão da cidade iniciado em 1879 com a demolição do Passeio Público para dar lugar ao leito da avenida da Liberdade, iniciativa posteriormente consolidada e desenvolvida através do projecto da “avenida das Picoas ao Campo Grande e ruas adjacentes” .


A Avenida Casal Ribeiro nasceu por via do Edital municipal de 29 de Novembro de 1902, para ser o topónimo da via pública que existia entre a Praça Duque de Saldanha e o Largo de Dona Estefânia. Entre Setembro de 1900 e Agosto de 1906 encontramos diversos documentos municipais relacionados com a execução da «Avenida do Conde de Casal Ribeiro», nomeadamente que foram expropriados e trocados terrenos para o efeito, como Espinhaço de Cão e Terra do Alto.

Avenida Casal Ribeiro [1926]
Cruzamento com a Avenida Defensores de Chaves (à dir.) e Rua Actor Taborda (à esq.)
Os dois edifícios na Avenida Casal Ribeiro — tornejando para a Rua Actor Taborda — nos números 35 (de onde é tomada a fotografia) e 37, ainda lá estão. Em último plano a Praça Duque Saldanha.
Fotografia atribuída a Ferreira da Cunha, in Lisboa de Antigamente

O homenageado é José Maria do Casal Ribeiro (1825--1896), conde de Casal Ribeiro por decreto régio de 28 de maio de 1870, que foi um político do rotativismo português dos finais do séc. XIX e como tal foi deputado, para além de ter desempenhado os cargos de Ministro da Fazenda (de 16 de Março de 1859 a 20 de Julho de 1860), dos Negócios Estrangeiras (de 24 de Abril a 4 de Junho de 1860 e de maio de 1866 a 4 de Janeiro de 1868), e ainda das Obras Públicas, Negócios e Indústria (de 9 de maio a 6 de Junho de 1866), de Conselheiro de Estado bem como de embaixador em Paris e Madrid.

Avenida Casal Ribeiro, sul [1964]
Cruzamento com a Avenida Defensores de Chaves (à esq.) e Rua Actor Taborda (à dir.)
Ao fundo encontra-se o Largo de D. Estefânia.
Arnaldo Madureira, in Lisboa de Antigamente

Bibliografia
Cadernos do Arquivo Municipal, 2016.
cm-lisboa.pt.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Praça do Chile com a estátua de Neptuno

Em 1942, a Praça do Chile vai receber a estátua de Neptuno, obra do escultor Machado Castro (que dominava o celebrado Chafariz do Loreto), que será transferida mais tarde para a Estefânia, substituída (em 1950) pela estátua de Fernão de Magalhães oferecida pela República do Chile à cidade de Lisboa.

Praça do Chile |1950|
A estátua, de 1771, em mármore de Carrara, é obra do escultor Machado Castro.
Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente

O ajardinado que rodeava o lago ali existente foi substituído por outro, quando se mudou o lago para o Largo D. Estefânia e se colocou em seu lugar a estátua de Fernão de Magalhães. Desta forma foi construído em volta desta estátua um ajardinado com cerca de 532m2, arrelvado, tendo-se aberto uma pequenas «fitas» para cultura de plantas de estação, e plantado 4 arbustos. Para a construção do ajardinado houve que repor, no local do lago, uma boa quantidade de terra de boa qualidade. A construção deste ajardinado demorou apenas 3 dias.
(in Anais do Município de Lisboa, CML, 1951)

Praça do Chile |1950|
A estátua, que ornamentou, em tempos, o Chafariz do Loreto (ao Chiado), após a sua demolição,
esteve colocada na Mãe de Água, no Museu do Carmo, no Depósito de Águas dos Barbadinhos e
na Praça do Chile, tendo sido transferida para a sua actual localização, no Largo de Dona Estefânia,
em 1951. 
Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente

domingo, 20 de março de 2022

Construção da Praça do Chile

Este arruamento foi atribuído na Sessão de Câmara de 25 de Outubro de 1928 por proposta de um vereador, conforme aparece descrito nas actas: «O Sr. Quirino da Fonseca: — Sr. Presidente apresento as seguintes propostas: «Estando a ultimar-se a Rotunda onde actualmente chega a Avenida Almirante Reis, tenho a honra de propor que, em homenagem à República Sul Americana do Chili, essa Rotunda seja denominada Praça Chili.»

Construção da Praça do Chile [1942]
Fotógrafo não identificado, in DN

Em 1942, a Praça do Chile vai receber a estátua de Neptuno, obra do escultor Machado Castro, que será transferida mais tarde para a Estefânia, substituída (em 1950) pela estátua de Fernão de Magalhães oferecida oferecida pelo Chile.

Praça do Chile [1942]
Ajardinada a rotunda nota-se o lago ainda sem a estátua do Neptuno; Avenida Almirante Reis.
E lá bem no Alto — a Cabeça de Alperche com a Ermida da Penha de França.
Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente

Depois da demolição do velho Chafariz do Loreto, andou a estátua do Neptuno a peregrinar, do depósito de águas das Amoreiras para o Museu Arqueológico do Carmo, e deste para os Barbadinhos, daqui para esta Praça do Chile, para finalmente se estabelecer no lago da rotunda do Largo de Dona Estefânia em 1951.

Praça do Chile [1950]
Av. Almirante Reis com a R. António Pereira Carrilho.
A estátua de Neptuno, de 1771, em mármore de Carrara, é obra do escultor Machado Castro.
Judah Benoliel, in Lisboa de Antigamente

terça-feira, 25 de março de 2025

Panorâmica sobre a Rua Pascoal de Melo


Os cenários da Cidade, tomados do alto, poder-se-iam chamar os Telhados de Lisboa — diz Norberto de Araújo —  o grande enamorado de Lisboa e a quem vamos sempre seguindo. 
Há os miradouros de panorama extensivo, que abarcam todas as distâncias E há os miradouros suspensos sobre a cobertura confusa do casario: só se distinguem empenas, mansardas, telhados, campanários pequeninos, a ramagem tímida de um quintal. 
E tudo se amalgama na intimidade dos planos. Perdem-se as linhas do trânsito, os portais fidalgos, as belas varandas de renda, as bocas sombrias dos casebres. 
Destes cenários desgrenhados a poesia ascende, sem ritmo, num pitoresco desconcertante de acaso. 
— Põe-se de poleiro o galo alfacinha! 
[ARAUJO, Norberto de, Legendas de Lisboa, p. 212, 1943]

Panorâmica de Lisboa  [Inicio do sec. XX]
Legenda (clicar na imagem para ampliar):
¹ Rua Pascoal de Melo; ² Av. D. Amélia, hoje Almirante Reis —  o 1º quarteirão, na esq. baixa, é hoje ocupado pela Cervejaria Portugália; ³ Rua António Pedro; ⁴ Rua Passos Manuel — Jardim Constantino, de onde vem o eléctrico; ⁵ Rua Aquiles Monteverde  — desembocando no viaduto sob a Pascoal de Melo; ⁶ Largo de Dona Estefânia; ⁷ Rua de Arroios, passando a (antiga) Igreja de S. Jorge de Arroios na Rua Alves Torgo até à Rua José Falcão; 9 Rua José Falcão; ¹º Praça Duque de Saldanha; ¹º Rua Marquês de Fronteira e nela o Palacete Mendonça.
José A. Bárcia, in Lisboa de Antigamente

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Rua Pascoal de Melo

A Rua "de" Pascoal de Melo — rasgada cerca de 1880 —, foi um topónimo atribuído por edital de 08/06/1889, na artéria até aí conhecida como Rua Pascoal José de Melo. Por parecer da Comissão Municipal de Toponímia, homologado pelo Vice-Presidente da CML em 16/04/1951, foi suprimida a partícula “de” nos letreiros toponímicos deste arruamento, ficando Rua Pascoal de Melo.

Rua Pascoal de Melo [1929-11-02]
Cruzamento com a Av. Almirante Reis; à direita, vê-se parte do antigo edifício da Cervejaria Portugália.
Legenda da foto no arquivo:«Aspecto do funeral do dr. António José de Almeida a caminho do cemitério»
Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente

A Câmara pretendeu homenagear Pascoal José de Melo (1738–1798), ilustre jurisconsulto que se formou com apenas 19 anos em Leis na Universidade de Coimbra e onde ficou a ensinar até 1783, ao ser chamado a Lisboa para membro da Junta do Novo Código. Foi também desembargador da Casa da Suplicação (1758), conselheiro régio (1793). A sua obra fundamental «Institutiones Juris Civilis Lusitani» (1798) foi adotada para a cadeira de Direito Pátrio, sendo considerado uma das mais significativas expressões da reforma pombalina de 1772 e da ciência jurídica portuguesa oitocentista. [cm-lisboa.pt]

Rua Pascoal de Melo [c. 1910]
Junto ao Jardim Constantino na direcção do Largo de Dona Estefânia
in Lisboa nos Passos de Fernando Pessoa de Marina Tavares Dia, 2012

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Mercado de levante na Avenida Casal Ribeiro

Mercados que funcionam ao ar livre, sendo o sombreamento conseguido à custa de chapéus-de-sol ou toldos. As bancas são montadas e desmontadas todos os dias (daí advém a designação de mercado de levante).

A Avenida Casal Ribeiro nasceu por via do Edital municipal de 29 de Novembro de 1902, para ser o topónimo da via pública que existia entre a Praça Duque de Saldanha e o Largo de Dona Estefânia.
Entre Setembro de 1900 e Agosto de 1906 encontramos diversos documentos municipais relacionados com a execução da «Avenida do Conde de Casal Ribeiro», nomeadamente que foram expropriados e trocados terrenos para o efeito, como Espinhaço de Cão e Terra do Alto.

Mercado de levante na Avenida Casal Ribeiro |1921-12-20|
Encimando a avenida destaca-se o Monumento ao Duque de Saldanha e o antigo
Palácio Camarido (depois Monumental).

C. Salgado, in Lisboa de Antigamente

domingo, 22 de março de 2026

Rua das Picoas com a Av. da Praia da Vitória

 A Rua das Picoas, embora só tinha sido oficializada por deliberação camarária de 12 de Julho de 1906, era anterior à urbanização que o local sofreu no final do século XIX, como Estr. das Picoas. Diz-se que entre os proprietários da quinta se contaram duas senhoras de apelido Picão, a quem o povo chamou «as Picôas», e assim foi baptizado o sítio.

Picôas (estrada das) fica á direita no largo da Cruz do Taboado, indo para a porta do novo Matadouro e finda na barreira, que precede a rua das Cangalhas, freguezia de S. Sebastião da Pedreira 2 a 20 e 1 a 15. [Velloso: 1869]

Rua das Picoas com a Av. da Praia da Vitória |1943-01|
Este antigo troço da Rua das Picoas (velhinha Estr. das Picoas) que desapareceu depois da construção do Cine-Teatro Monumental (e prolongamento da Av. Praia da Vitória) e após demolição do Palácio Camarido que se vê à direita.
Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente
Avenida Praia da Vitória no cruzamento com a Rua das Picoas |1943-01|
Ao fundo, em fase de demolição, observa-se o Palácio Camarido e a Avenida 5 de Outubro.
Roiz, in Lisboa de Antigamente
Nota(s): imagem corrigida, invertida no abandalhado amL.

O nome desta avenida surgiu em 1906 como Avenida «da» Praia da Vitória mas, em 1951, a partícula «da» foi retirada, após parecer da Comissão Municipal de Toponímia de 13 de Abril aprovado pelo Vice-Presidente da Câmara no dia 16. Inicialmente, estendia-se da Rua de Dona Estefânia à Praça Duque de Saldanha, sendo que, a partir de 1945, passou a prolongar-se até à Avenida 5 de Outubro.

Rua das Picoas vista tomada da com a Av. Fontes Pereira de Melo |1938|
Este antigo troço da Rua das Picoas (velhinha Estr. das Picôas) desapareceu depois da construção do Cine-Teatro Monumental (vd. fotografia aérea abaixo); à dir. nota-se o muro do extinto Palácio Camarido.
Eduardo Portugal, in Lisboa de Antigamente
Nota(s): imagem corrigida, invertida no abandalhado amL.
Fotografia aérea da zona da Praça Duque de Saldanha e Picoas |1934|
Pinheiro Corrêa, in Lisboa de Antigamente
Legenda (clicar para ampliar):
Edifícios/Monumentos:
1—Palácio Camarido (demolido c. 1945)  2—Praça Duque de Saldanha  3—Mercado 31 de Janeiro que foi Matadouro Municipal   4—Maternidade Doutor Alfredo da Costa  6—Hotel Aviz (Palacete Silva Graça, demolido em 1962)
Arruamentos:
Vermelho —Antiga Estr. das Picoas (o troço tracejado foi extinto);  Verde — Rua Engenheiro Vieira da Silva;  Azul — Avenida Fontes Pereira de Melo;  Laranja — Avenida 5 de Outubro;  Roxo —Av. Duque de Ávila

Web Analytics