Do nosso tempo é a grande artéria de Almirante Reis — recorda Norberto de Araújo —, que sucedeu na designação, como tenho dito, à Avenida de D. Amélia: tem 40 anos incompletos [c. 1900]. É uma linha urbana de primeira categoria, sem história, que começou a rasgar-se timidamente no final do século passado [séc. XIX]. Obedeceu a um plano, e por esta circunstância oferece o esplendoroso aspecto citadino que se lhe nota.
Assim fosse sempre em Lisboa.==
(ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, vol. IV, p. 73, 1938)
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| Abertura da Avenida Almirante Reis (N.) [1938-12-26] Edifícios junto a Rua Lucinda do Carmo, próximo da futura Praça do Areeiro, que se vê ao fundo. Eduardo Portugal, in Lisboa de Antigamente |
N.B. O topónimo R. Lucinda do Carmo foi atribuído pela CML em 1932 à antiga "R. nº 10" Lucinda do Carmo 1861-1922, actriz, estreou-se aos 21 anos no Teatro do Ginásio.
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| Avenida Almirante Reis (N.) |1962| Edifícios junto a Rua Lucinda do Carmo com a Praça do Areeiro, ao fundo. Armando Serôdio, in Lisboa de Antigamente |


E não parou de crescer em frente até ao aeroporto.
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