Friday, 10 July 2026

Lisboa: do Tejo a Monsanto

Ó macio Tejo ancestral e mudo


Ó céu azul — o mesmo da minha infância —
Eterna verdade vazia e perfeita!
Ó macio Tejo ancestral e mudo,
Pequena verdade onde o céu se reflecte!
Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!
Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.
«Lisbon Revisited (1923)»Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).

Lisboa: do Tejo a Monsanto |1967|
Vasco Gouveia de Figueiredo, in Lisboa de Antigamente

Lisboa: do Tejo a Monsanto |c. 1920|
Antes de ser erigida Estação Sul e Sueste; Terreiro do PaçoArsenal de Marinha
Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente

8 comments:

  1. Magnificas fotografias.Amei 😍

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  2. Mais uma que vou guardar, vai virar quadro.

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  3. Adoro Lisboa , tenho a sensação de já ter vivido nesta cidade, já fui umas 4 vezes e não me canso de ir

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  4. Beautiful days we spent in Lisbon.

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  5. Que lindo lugar, parece um sonho! Adoraria conhecer.

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  6. É uma cidade magnífica...😍❤️

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  7. É uma cidade magnífica...😍❤️

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