Ó macio Tejo ancestral e mudo
Ó céu azul — o mesmo da minha infância —
Eterna verdade vazia e perfeita!
Ó macio Tejo ancestral e mudo,
Pequena verdade onde o céu se reflecte!
Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!
Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.
«Lisbon Revisited (1923)»Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
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Lisboa: do Tejo a Monsanto |1967| Vasco Gouveia de Figueiredo, in Lisboa de Antigamente |
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Lisboa: do Tejo a Monsanto |c. 1920| Fotógrafo não identificado, in Lisboa de Antigamente |


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