Sobre o sítio de S. Domingos refere Norberto de Araújo o seguinte:
S. Domingos — Dilecto — é uma crónica viva de Lisboa, com as suas imediações da Praça da Figueira, com o seu trânsito obrigatório, pela Rua Barros Queiroz e Calçada do Garcia, formigueiros de gente, que desce dos Anjos, dos bairros novos, ou de Sant'Ana velha. [...] [Araújo: 1939]
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| Rua de Barros Queirós que foi Tv. de S. Domingos (até 1926) |1970| Na direcção do Largo de S. Domingos. Armando Serôdio, in Lisboa de Antigamente |
A antiga Travessa de S. Domingos é actual Rua de Barros Queirós, em homenagem a "Tomé José de Barros Queiroz" — como refere Velloso no seu utilíssimo livrinho sobre as ruas de Lisboa:
Domingos (travessa nova de S.) primeira á esquerda na rua nova do Amparo, indo da rua do Amparo e finda na rua nova de S. Domingos, freguezia de Santa Justa 2 a 56 e 1 a 69. [Velloso: 1869]
A este topónimo foi inicialmente acrescentada a legenda «Ilustre cidadão, vereador da 1ª Câmara Municipal Republicana de Lisboa - 1926». Mais tarde, por parecer da Comissão Municipal de Toponímia em reunião de 19/05/1950, retiraram-se dos letreiros as palavras “Ilustre Cidadão – Vereador da 1ª Câmara Municipal de Lisboa – 1926” e acrescentou-se a partícula “de”.


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