sexta-feira, 28 de abril de 2017

Largo Duque do Cadaval

Do Largo Duque do Cadaval (Freguesia de Santa Justa) não existe atribuição oficial do topónimo nem quaisquer data de referência De acordo com a DEAT/CML [Divisão de Alvarás, Escrivania e Toponímia] em email de 18/l l/05, «trata-se de um terreno propriedade da CP. e, como tal, não é da competência da CML atribuir-lhe denominação». 
(in Ler história - Edições 52-53, p. 233)

Largo Duque do Cadaval [1929]
Funeral do poeta Augusto Gil (1873-1929); chafariz; hotel
Mário Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G.

O que se sabe é que esta área eram chãos da Casa Cadaval. Nestes terrenos assentavam o Palácio — construído entre 1837 e 1845 e demolido por volta de 1880 —, jardins e pátios do Duque de Cadaval (sensivelmente onde hoje se encontra a Estação do Rossio).
  

4 comentários:

  1. Creio que é o único arruamento privado de Lisboa e que vem da Casa Cadaval. À direita da fotografia vê-se uma cancela em ferro, que penso que ainda existe, e que fecharia a rua (privada).

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  2. Os portões instalados no acesso sul deste largo, atestam bem que se trata de propriedade privada. Desconheço se terão também existido no acesso norte.

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  3. Ainda a propósito dos arruamentos em espaços privados, vieram-me à memória as Escadinhas da Saúde. De facto no blog Toponímia de Lisboa pode-se ler: "O seu traçado havia sido entregue à Câmara em 12 de dezembro de 1899, por António Caetano Macieira, que no seu terreno pretendia construir uma escadaria para ligar a Rua da Mouraria à Rua Marquês Ponte de Lima." Ainda será privada?

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  4. É uma boa pergunta paraa a qual, infelizzmente, não tenho uma resposta, pelo menos para já.

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