O Aqueduto, construído entre 1731 e 1799, por determinação régia, desenvolve-se ao longo de 14.100 metros de comprimento com
início nas nascentes localizadas no Vale de Carenque, até ao
reservatório da Mãe de Água em Lisboa. No entanto, em toda a sua
extensão, o aqueduto das águas livres tem 58.135 metros, incluindo
nascentes, ramais e galerias subterrâneas. O seu nome deve-se ao facto
de as águas correrem apenas pela força da gravidade, isto é, livremente.
Ao
chegar a Lisboa, o aqueduto tem, no Vale de Alcântara, dois passeios
pedonais de 941 metros, sobre 35 arcos, 14 em ogiva e os restantes de
volta perfeita, «contendo o maior arco de pedra do mundo, com 65 metros
de altura e 28 de largura».
Estes arcos resistiram ao terramoto de 1755, porque, segundo vários especialistas, as suas fundações estão assentes em dois maciços rochosos do Cretáceo Superior. Outras opiniões defendem que a resistência se deveu ao ângulo formado pelos arcos, que lhe terá permitido a mobilidade suficiente.
Estes arcos resistiram ao terramoto de 1755, porque, segundo vários especialistas, as suas fundações estão assentes em dois maciços rochosos do Cretáceo Superior. Outras opiniões defendem que a resistência se deveu ao ângulo formado pelos arcos, que lhe terá permitido a mobilidade suficiente.
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| Passeio pedonal dos Arcos no Aqueduto das Águas Livres [c. 1912] Vale de Alcântara, Campolide Paulo Guedes, in AML |
O Aqueduto das Águas Livres - projectado por Manuel da Maia - é um dos maiores «ex-libris» da cidade de
Lisboa - reabriu em Março de 2014 ao público. Já pode visitá-lo entre Sábado e
Terça-Feira, entre as 10h e as 17h30, até Novembro, segundo informação
da EPAL.

Pois tenho a ideia de, entre 1935-41, ter andado por uma das secções do Aqueduto das Águas Livres!
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